Em toda a existência deste humilde blog, eu nunca falei nada sobre Harry Potter. Pelo menos não que eu me lembre. Mas aí, eis que nas minhas passagens pelo Pinterest eu vi várias artes lindas e muitas que podem ser usadas como papel de parede no celular. Resolvi separar as que mais gostei e compartilhar com vocês. Vamos ver?

Coloquei os links do Pinterest, onde encontrei, para que você baixe as imagens em melhor qualidade e recomendo que você entre no link da pessoa que postou as imagens. Alguns não tem nome do criador, mas outros têm e assim você pode conhecer melhor o trabalho dessas pessoas maravilhosas que tornam a internet linda.

Espero que curtam.
Não sei bem o que me levou a assistir Samantha. Lembro-me de ter visto algumas coisas, mas não liguei muito. Depois de tentar assistir 3% e O Mecanismo, eu fiquei bastante receosa em relação a séries nacionais, visto que achei as atuações de 3% bem forçadas e, assim como a maioria da população brasileira, O Mecanismo só foi com legendas. No entanto, estou muito surpresa e feliz com Samantha. É realmente maravilhosa!

Sinopse: Samantha! acompanha a história de uma decadente ex-celebridade mirim dos anos 80, que hoje se apega desesperadamente aos últimos vestígios da fama com planos absurdos para conseguir voltar aos holofotes, enquanto seu marido, uma ex-estrela do futebol, volta para casa depois de passar mais de uma década na prisão.

Estou muito feliz de vir aqui compartilhar com vocês essa série. A maioria das séries que vejo eu gosto bastante, mas algumas se tornam as queridinhas, sabe? E escrever sobre elas acaba sendo uma coisa muito prazerosa.

Samantha é uma série de comédia. Ela traz diversos elementos dos anos 80/90 e muitas referências a programas e pessoas da época, tudo bem discreto e que se você não tiver essa bagagem talvez não entenda algumas coisas. Sei que a série irá agradar grande parte do público, mas sei que vai cativar nós que vivemos na época em que era normal mulheres seminuas dividirem o palco com crianças.
Sobre os personagens, só tenho elogios. Começando pela Samantha. Ela é muito engraçada e vou te falar que adorei a versão mirim dela. Ri demais daquela carinha de criança abusada e possuída pelo "ritmo ragatanga" que adora praticar bulliyng. Tem também o Dodói, marido dela, que é um cara  bem engraçado, mas pelo jeito bem irresponsável. Só que eu achei que poderiam explicar melhor o motivo de ele ter sido preso.

As crianças, Cindy e Brandon, são fofas demais. A Cindy luta pelos animais e pelo movimento feminista. Assim, ela não luta, mas ela conscientiza as pessoas sobre a importância desses movimentos. Brandon é a criança com alma de velho. Amo!

Alguns outros personagens, com a Laila, merecem um destaque especial. Ela é muito digital influencer. Eu imagino que essas meninas famosas da internet são exatamente como ela (rindo aqui). Adorei! Cigarrinho, Bolota e Tico são ótimos, cada um com sua essência.

Samantha é uma mulher inteligente, que construiu uma história e uma carreira, mas que infelizmente foi ficando para trás, algo que vemos muito facilmente, bastando apenas dar um Google em alguns nomes. Ainda assim ela é bastante orgulhosa de tudo o que fez. Ainda assim tenta continuar na mídia.

A série tem ainda a participação da Gretchen, da Sabrina Sato e do Marco Gonçalvez - para quem não lembra, ele participa de vários shows dos Barbixas. Achei demais a Gretchen na série, ela merece uma série só dela!

Tenho certeza de que vocês vão amar assistir Samantha, por favor!!! São apenas sete episódios, o mais longo com 37 minutos que passam voando. Juro que vocês vão gostar.

Até a próxima!
Daqueles livros que dão um quentinho no coração. E muito difícil eu ler algo assim, mas é muito legal quando acontece, porque eles normalmente vêm em momentos inesperados mas que acabam marcando sabe?

Nunca tinha ouvido falar do autor até que comecei um curso de formação de leitores e conheci um monte de professores incríveis. Cada aula é uma tonelada de informação, aprendizado, conhecimento. Quem dera todos pudessem participar.

Uma colega indicou e eu achei que seria uma leitura muito boa. Foi uma surpresa por saber que pouquíssimas páginas pudessem me fazer tão bem.

Sinopse: O medo do escuro talvez seja o primeiro grande desafio da infância. Alguns cientistas afirmam inclusive que esse medo está em nosso DNA desde o início dos tempos. Nós humanos, na ausência de luz, podemos imaginar as coisas mais terríveis quando enganados pelos outros sentidos: sombras que tomam formas de monstros e barulhos estranhos que não nos deixam dormir à noite. Mas basta crescermos um pouco para a imaginação colocar a escuridão do nosso lado. As sombras que antes assustavam se transformam em brincadeira na parede mais próxima – o que na juventude pode servir para alimentar boas conversas, inventar histórias e realizar encontros mágicos.
Uma escuridão bonita fala da beleza desses encontros. Um casal de jovens aproveita a falta de luz em sua cidade para trocar algumas palavras sobre suas vidas e, assim, se descobrem aos poucos. Uma história escrita pelo premiado escritor angolano Ondjaki sobre as coisas não ditas, mas que acabam por preencher os jovens corações sem medo da ausência de luz.
Avaliação: ★★★

Um livro com pouca palavras, poucas páginas, todo preto, incrivelmente lindo. Traz uma história de dois adolescentes prestes a darem um beijo. Sei que não é meu tipo de leitura preferido, talvez, passando na livraria, eu jamais o comprasse. Talvez nem uma folheada.

Está aqui o tipo de surpresa que eu amo: histórias que me tocam. Não tem aquela coisa melosa de romance adolescente. De forma alguma. Ele é cheio de frases marcantes, é muito tranquilo de ler e tem um jeito poético que certamente você vai gostar.

Vocês que estão acostumados às minhas indicações de romance policial, thriller psicológico, terror; podem ter certeza de que Uma Escuridão Bonita não tem absolutamente nada a ver com isso. Pode apostar que será um momento muito doce e que vai deixar o seu dia mais leve.
Gostaria de fazer um destaque especial à ilustração do livro. A mistura da ilustração com as palavras do Ondjaki tornou o livro melhor ainda. O ilustrador  António Jorge Gonçalves é Português, licenciado em Design de Comunicação, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, mestre em Cenografia de Teatro na Slade School of Fine Art, de Londres, onde foi bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian. Não é pouca coisa. O trabalho dele é apenas incrível.

Espero que vocês possam ler Uma Escuridão Bonita em algum momento. Que livro!

I.S.B.N: 9788534705080; Páginas: 112; Ano: 2013; Autor: Ondjaki; Gênero: ; Editora: Pallas.

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Quem aí estava esperando pela lista de filmes vistos no mês? Às vezes eu penso que pode ficar repetitivo, mas essa é uma das categorias mais visitadas do blog, então, ruim não é. E convenhamos, é bem melhor você chegar e pegar uma lista de filmes pronta do que ficar horas rolando a barrinha da Netflix escolhendo o que vai ser e no final não escolhe nada. Comigo é assim. Mas vamos lá.

  1. Em Pedaços (2017) - Um ótimo filme com uma premissa muito boa. Você assiste até o final para saber como termina, mas achei meio paradinho de vez em quando.
  2. Operação Avalanche (2016) - Amo teorias da conspiração, quem não? Sabe aquela história de que o homem foi a lua? Pois bem, decidiram fazer um filme mostrando como a história toda poderia ser forjada. 
  3. Desejo de Matar (2018) - "Bruce is back". Filmes de ação, filmes com Bruce Willis, têm tudo para dar certo. Eu gostei bastante e é bem do estilo de filmes de ação do Bruce Willis mesmo. Vale a pena.
  4. Meu Pé Esquerdo (1989) - Como eu nunca tinha ouvido falar desse filme antes? Ele mostra como é comum considerarmos as deficiências o fim de uma pessoa e que ela nunca vai ter chance para nada. Existem casos e casos, mas não podemos duvidar da capacidade alheia. Adorei!
  5. Fobia (2017) - Quer desgraçamento? Esse filme é basicamente para esfregar na nossa cara o quanto o ser humano pode ser desprezível. Um filme agoniante mesmo quando você nem sabe o que está acontecendo.
  6. Aos Teus Olhos (2018) - Quem filmão da p@#%a! Por que será que os melhores filmes brasileiros não são divulgados? É muito difícil eu parar para ver filme nacional. Algumas comédias são ótimas, mas hoje em dia, em tempos de youtubers, é preciso selecionar bem o que você vai assistir. Aos teus olhos é daqueles filmes que desgraçam seu cérebro e sua vida.
  7. O Motorista de Táxi (2017) - Daqueles filmes que são tristes e lindos. Guerras são sempre cruéis e eu gosto de ver histórias sobre pessoas que mudaram a vida de alguém em um período tão conturbado. Quase chorei.
  8. Fahrenheit 451 (1966) - Baseado no livro, que em breve estará aqui no blog e indicação da professora do curso que estou fazendo na EAPE. Claro que o livro é muito melhor, mas esse filme, de 1966, é igualmente maravilhoso. Assisti o de 2018 e gostaria de desver eternamente.
  9. O Pianista (2002) - Um clássico. Eu não lembrava o quanto esse filme é incrível. Sempre me impressiona o quanto os judeus sofreram durante a 2ª guerra mundial. É daqueles filmes que impressiona demais.

Dessa vez não foram dez filmes, foram apenas nove e eu continuo sem saber onde eu estava durante o mês de junho. Passou tão rápido que nem deu tempo de fazer nada. Estou de recesso, graças a Deus, e vocês estão vendo que coisa lindo, três posts essa semana? 

Quero continuar com esse formato, aliás, sempre foi um sonho postar segunda, quarta e sexta. Tetaremos? Tentaremos e conseguiremos, eu ouvi um amém?

Se ainda não viu a lista do mês passado, então clique aqui e veja 10 melhores filmes vistos em maio

Responda rápido: o que é melhor do que série policial? Resposta: ainda não descobri. Estive pensando sobre as últimas séries que vi e cheguei à conclusão de que são todas bem parecidas, a diferença é que cada uma tem seu toque especial. Eu quis implicar com esse meu gosto, mas fazer o quê? eu amo tentar descobrir quem matou quem.

Sabe o que é mais legal de Borderline? É norueguesa. Que língua mais bonita. Pois é, você pode achar até exagero quando digo que o mais legal é a origem da série, mas acontece que realmente é uma série muito boa, porém, vai chegando mais no final ela fica meio entediante.

Ainda assim, vale a pena dar uma chance, ainda mais que se você der uma olhada no catálogo da Netflix, a quantidade de séries de outros países - que não EUA, U.K, etc -  vem aumentando e eu acho isso muito legal, concordam?

Sinopse: Quando a vida de sua família está em risco, Nikolai (Tobias Santelmann) está disposto a tudo para protegê-la, até mesmo encobrindo um caso de assassinato. No entanto, quando sua colega de trabalho, a investigadora Anniken (Ellen Dorrit Petersen), começa a suspeitar dele, Nikolai mergulha em uma jornada onde a linha entre o certo e o errado é bem tênue
Achei a série muito boa e, como eu já disse antes, gosto de séries com poucos episódios, porque assim não há encheção de linguiça. Borderline é bem objetiva, vai direto ao ponto e tem um clima bem sombrio. A fotografia fria que atribuíram, deixa esse clima assim. Além de se passar em lugar que já é gelado.

Uma coisa que também vale a pena destacar é o fato de o Nikolai ser homossexual. Normalmente você não vê esse grupo ser representado por um policial a frente de uma investigação. Sem contar que ele não fica gritando isso. Ele é o tipo de cara que não tem vergonha de ser quem é, mas que você nem imagina que ser gay. Sem dúvida é algo muito importante, cada vez mais as emissoras estão inserindo o assunto LGBT em seus textos.

Deixo aqui a minha sugestão, deem uma chance e vocês vão ver que realmente vale a pena.

Até a próxima.
Desde que foi anunciado como vencedor do prêmio Nobel de Literatura em 2017, eu fiquei com uma vontade enorme de ler qualquer um dos livros do Kazuo Ishiguro. Bom, antes da parceria com a Companhia das Letras, eu já era grande admiradora e a maior parte da minha estante era composta por livros da editora e seus selos. Graças a Deus consegui essa parceria que para mim já bastou todos os NÃOS que recebi. E para a minha alegria, os livros do Kazuo são publicados pela Companhia das Letras.

Sinopse: Um romance sensível e comovente do vencedor do prêmio Nobel, ambientado no Japão após a Segunda Guerra Mundial.Masuji Ono, protagonista e narrador deste primoroso romance do vencedor do prêmio Nobel de literatura, é um homem de seu tempo. Pintor de grande renome do Japão antes e durante a Segunda Guerra Mundial, ainda jovem Masuji desafiou o pai para seguir a vocação artística e, durante seu desenvolvimento criativo, lutou contra as amarras da arte tradicional japonesa para dar lugar a uma produção propagandística a serviço de seu país. Usando a influência de que gozava perante as autoridades do governo imperial, Ono buscava ajudar pessoas de bem em situações menos favorecidas do que a sua.
Ambientado nos anos imediatamente após a rendição, o romance descortina a vida de Masuji já aposentado, procurando entender as mudanças vividas pelo país e impressas na mentalidade da geração mais jovem, da qual fazem parte suas duas filhas. Ao procurar entender por que as negociações para o casamento da mais nova delas foram abruptamente interrompidas, o protagonista se vê levado a rememorar sua vida de artista e professor respeitado e a enfrentar a consequência dos próprios atos no destino de seus descendentes.Retrato comovente de um momento histórico cujos desdobramentos se veem até os dias de hoje, Um artista do mundo flutuante é também um poderoso romance sobre a velhice, a culpa e a passagem do tempo.
Avaliação: ★★★

Logo que vi Um Artista do Mundo Flutuante, fiquei cega para as demais opções. Certamente foi um dos melhores livros que li até agora, em 2018. Uma lição de como encarar a velhice e lidar com atitudes passadas, que refletem direta ou indiretamente no presente.

Considero uma obra incrível, apesar de não ter lido nenhum outro livro do Kazuo Ishiguro. Como vocês podem imaginar, já não aguento de ansiedade. Aqui nós não vemos grandes reviravoltas, clímax ou qualquer característica que costumeiramente vemos em outras histórias.

Acredito que isto dê um toque especial a Um Artista do Mundo Flutuante, além de que não se segue um tempo linear. Os flashbacks e a mistura de pensamentos do momento atual em que Ono vive com sua família é algo muito especial. Nos leva diretamente ao período pós-segunda guerra mundial e, comigo, foi uma experiência fascinante, poder sentir o que era o Japão naquela época.

De pensar na responsabilidade que tinha um artista naquele período. Você ser considerado um herói ou um terrível monstro que levou uma geração inteira à morte, mas não intencionalmente. Sem contar que até o bairro sofreu com a guerra. Ono conta detalhes de como era antes e como ele influenciou muito do que se vê agora.

Além disso, a velhice é algo que assusta e imagino que quando se reflete sobre pequenos erros, a culpa com certeza é imensa. Por mais que digam o contrário.

[...] "há um clima diferente no país hoje em dia e as atitudes de Suichi provavelmente não são nada excepcionais. Talvez eu seja injusto ao atribuir ao jovem Miyake também essa amargura, mas diante do rumo que as coisas tomaram no presente, se alguém examinar qualquer coisa que é dita, é possível encontrar um traço da mesma amargura perpassando tudo."

Eu estou encantada com a escrita de Kazuo Ishiguro e, repito, não vejo a hora de ler a próxima obra dele. Infelizmente precisarei adiar bastante, já que no momento vou precisar dar um impulso nos estudos (lembram dos concurso? eles não morreram, só estão esperando o momento certo para me atacar).

Com isso, vou concluir minhas próximas leituras de forma mais lenta, logo, paciência com a amiguinha aqui. Deixo a minha recomendação da semana e espero mesmo que vocês consigam ler esse livro em algum momento da vida. Acreditem, é uma reflexão da vida.

Até a próxima.


I.S.B.N: 9788535931051; Páginas: 232; Ano: 2018; Autor: Kazuo Ishiguro; Gênero: Ficção; Editora: Companhia das Letras.

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Uma das coisas menos valorizadas em nosso querido Brasil, dentre várias outras, é a literatura. Impressiona quando mostram os dados sobre leitores, sempre entre os menores índices mundiais. Uma pena, já que ler é a melhor coisa do mundo. Sendo assim, sempre que possível eu divulgo eventos literários. E hoje quero convidar vocês para o Flipop, Festival de Literatura Pop 2018.

Segue a release do evento

Entre os dias 29/06 e 01/07 de 2018, acontece a 2ª edição da FLIPOP - Festival de Literatura Pop -, um evento criado pela Editora Seguinte, selo jovem do Grupo Companhia das Letras. Ainda maior este ano, participam do festival outras 9 editoras além da Seguinte: D'Plácido, Duplo Sentido, Editora Hoo, Globo Alt, Editora Planeta do Brasil, Morro Branco, Plataforma 21, Qualis e Todavia. A FLIPOP acontece no Centro de Convenções Frei Caneca, localizado no 4º andar do Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 - São Paulo). No evento, todos pagam meia: seja meia entrada de estudante (mediante apresentação de carteirinha) ou meia social (mediante doação de um livro em bom estado na entrada no evento).

A FLIPOP 2018 é um festival literário voltado para os jovens leitores e contará com 38 convidados divididos em mais de 28 mesas de bate-papos e atividades. Nas mesas e durante todo o evento haverá encontros de fãs, dicas de escrita, distribuição de brindes exclusivos, conversas sobre Wattpad, representatividade, fantasia e muito mais.

A abertura do evento será às 12h30 do dia 29 de junho, seguido pelos primeiros bate-papos: Do Wattpad para as prateleiras, com a participação de Bruna Fontes, Mary C. Müller e Mel Geve e a mesa As várias vozes do Brasil, com a participação de Jarid Arraes, Roberta Spindler e Socorro Acioli acontecerão de forma simultânea nas salas A e B, respectivamente.

A literatura juvenil é hoje um dos principais centros de discussões sociais no mundo da literatura, e o fortalecimento da comunidade brasileira pode ser percebido em eventos como a FLIPOP. Na programação há mesas debatendo o papel da chamada “protagonista forte”, a necessidade de normalização de protagonistas gordos, negros e LGBT+ nas histórias, além de como tratar de temas delicados na literatura juvenil. O visitante também poderá assistir a mesas com dicas de escrita e sobre os bastidores do mercado editorial.

Eric Novello (Ninguém nasce herói), Keka Reis (O dia em que minha vida mudou), Iris Figueiredo (Céu sem estrelas) participarão de diversas mesas durante os dias de evento, além de outros nomes da literatura jovem adulta nacional, como Luiza Trigo, Socorro Acioli e Vitor Martins, e as booktubers Bruna Miranda, May Sigwalt, Melina Souza e Tatiany Leite.

Entre os convidados internacionais, a FLIPOP contará com a presença do Jeff Zentner, autor de Dias de despedida, e Morgan Rhodes, autora da série A Queda dos Reinos. Ambos publicados pela Seguinte. A programação completa pode ser vista no site e abaixo:


Quem puder comparecer ao evento, tenho certeza que vai adorar. Uma pena eu não poder, mas como sei que ano que vem vai acontecer de novo, já estou me preparando ansiosamente.

Até mais!
No último sábado, aconteceu aqui em Brasília o lançamento do livro A Era dos Mortos - parte 1, do escritor Rodrigo de Oliveira, publicado pela Faro Editorial. Para quem não está familiarizado, eu comentei sobre um de seus livros, Elevador 16, que foi uma surpresa maravilhosa para mim. 

Atualmente, As Crônicas dos Mortos é a maior série de  ficção do Brasil, isso é ou não é incrível? Fico muito feliz em saber que posso contar com nosso povo para ler boas histórias de terror, ainda mais quando se trata de um apocalipse zumbi.
O escritor Rodrigo Oliveira esteve presente e rolou um bate papo muito legal a respeito de todos os livros, desde o momento em que ele teve a ideia - depois de ter um super pesadelo - até o momento atual em que o livro A Era dos Mortos parte 2 já está em pré-venda.
O Rodrigo é um fofo. Super divertido e atencioso. Além da conversa sobre As Crônicas dos Mortos, ele ainda comentou sobre Filhos da Tempestade, que é um livro publicado pela Editora Planeta. Ele falou sobre o processo de publicação e contou para nós que ele já tinha a ideia do livro em mente e que o livro saiu no momento em que teve aquele branco de ideias para A Era dos Mortos. Massa, né?

Enfim, estou adorando participar de mais eventos voltados para a literatura e acredito que é disso que nós precisamos.  Foi um prazer participar desse momento, mediado pelo blog Academia Literária DF, que vocês já conhecem.

Espero que tenham curtido um pouquinho do que foi esse encontro ee até a próxima.
Tudo bem que já é quase julho, mas, como dizem, antes tarde do que nunca. Preciso dizer que o blog está crescendo e eu estou com muito medo disso. Além do mais, decidi focar no que realmente importa: livros, filmes, séries e fotografia. Não pretendo mais encher vocês com conteúdo que não é interessante, então se preparem para a chuva de posts sobre essas coisas.

Voltando ao assunto, o mês passou voando e eu quase não lembro de falar sobre os filmes que vi em Maio. Foram muitos, mas bem menos do que o de costume e aqui estão os dez melhores filmes que assisti.

  1. Crash - No Limite (2004) - Aquele tipo de filme revoltante e que te faz refletir muito acerca de alguns cenários que não mudaram quase nada de 2004 para cá. Vencedor do Oscar de melhor filme em 2006, certamente valo a pena.
  2. Operação Red Sparrow (2018) - O filme é muito bom. Não vou dizer que eu esperava mais para não soar extremamente clichê. Mas é um filme que compensa dar uma chance. O diretor, Francis Lawrence, é o mesmo de Jogos Vorazes, Eu sou a Lenda, Constantine e outros filmes muito bons.
  3. Eu Não Sou um Homem Fácil (2018) - Genial seria a palavra certa para descrever esse filme. Uma inversão de papéis, mas que segue mostrando como é o comportamento estereotipado feminino. Faz com que pensemos sobre as mínimas atitudes machistas do nosso cotidiano.
  4. A Noite do Jogo (2018) - Daqueles filmes gostosos de . Dá para assistir com a mãe na sala e sem dúvida é muito divertido.
  5. Armas na Mesa (2016) - Excelente! A princípio pode parecer chato, já que é bem político, mas trata da questão das armas nos Estados Unidos e a forma como alguns lobistas atuam. O final é ótimo.
  6. O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017) - Desgraçamento total! Não é par qualquer um. O filme é estranhamente maravilhoso. Agoniante e lasca com seu cérebro.
  7. Tempestade: Planeta em Fúria (2017) - Digno de Sessão da Tarde. Tem o Gerdard Butler, então já sabe.
  8. Terra de Minas (2015) - Como assim um filme que nos faz sentir um pouquinho de pena dos nazistas? Calma, são só crianças que nem sabiam direito o que estavam fazendo. Se é que fizeram algo.
  9. Um Lugar Silencioso (2018) - Fiquei imaginando se na vida real eu sobreviveria. Bom, talvez eu sim, mas a maioria das pessoas que conheço morreria de primeira.
  10. As Aventuras de Paddington 2 (2017) - Filminho para aquecer o coração nesse começo de inverno gelado.Quem já viu o primeiro, obviamente amará o segundo.
Já viram algum filme da lista? O que acharam? Se não, fica aqui a minha dica, são filmes muito bons e que valem a pena.
Faz tempo que eu não escrevo textos sobre a vida, o universo e tudo mais aqui no blog e a verdade é que muitas vezes eu prefiro não expor tantas coisas que vejo e penso, já que prefiro entreter quem por ventura visita o blog. Mas quando criei o blog, foi por uma grande necessidade de me expressar e já que na maioria das vezes eu não tenho com que conversar ou apenas não quero falar, escrever é a melhor saída. Então vamos lá.

O motivo do texto de hoje é uma coisa que há muito se fala, mas poucos fazem: valorizar o trabalho alheio, principalmente quando é seu amigo ou mesmo colega. Como vocês sabem, eu sou professora, mas durante muito tempo me dediquei apenas à fotografia. Hoje faço alguns trabalhos, mas não é a minha principal fonte de renda agora. No entanto, não deixa de ser um trabalho. Eu ainda pago contas, ainda separo tempo para sair de casa e fotografar, gasto tempo tratando as fotos. Tempo é dinheiro, já dizia Tio Sam.

Não é incomum eu ouvir pessoas próximas, parentes e muitos que se dizem "amigos" me pedindo para trabalhar de graça ou por um preço que para mim não paga o combustível e o lanche. O mais engraçado e que você não me vê chorando desconto, gritando que seus preços são altos ou pedindo "precinho de amiga".

Tenho muitos colegas que trabalham por conta, que fazem trabalhos manuais e os vendem, ou que só estão vendendo algum produto para ter uma renda extra. Se for algo do meu interesse e eu quiser comprar, eu vou pagar o preço que ele está pedindo, porque imagino todo o trabalho envolvido ali. Acho injusto pedir desconto para alguém que já tem que ter um trabalhão do caramba para se sustentar nos dias em que vivemos.

Seu amigo ofereceu um preço e você não curtiu ou não pode pagar, apenas diga "bacana, quando eu puder, quem sabe". Demonstre que valoriza aquele esforço. Isso é ter um pouco de humanidade, sabe?

Eu estou sempre comprando coisas que meus amigos vendem, porque acredito no potencial de todos e sei o quanto aquele dinheiro é importante. Por outro lado, quando os mais chegados me pedem um servicinho, é um absurdo eu cobrar pelo meu trabalho, ainda mais sendo tão caro. Isso me deixa bastante triste. Ninguém é obrigado a adquirir um produto ou serviço, mas se o fizer, tenham um pouco de empatia. Peça desconto em lojas grandes, onde 10 reais não fará diferença.

Espero alcançar algumas mentes e conscientizá-las, porque é disso que o mundo precisa hoje em dia: sensibilidade.
No último sábado, 09/06, aconteceu aqui em Brasília, na livraria Cultura do Casa Park, o Mochilão da Record, evento que já aconteceu em 2016 e 2017 em vários estados brasileiros. Foi a primeira vez que pude participar e confesso que saí bastante satisfeita. A ideia do mochilão é mostrar para nós, leitores, as novidades do Grupo Editorial record.

O evento foi mediado pelas fofas Shirley Tuxo e Rafa Mchado, que fazem parte da equipe de marketing da editora. Meus parabéns, porque as duas são umas fofas e fizeram o evento ser melhor ainda. Muito divertidas, atenciosas e contam um resumo do livro como ninguém.
Além de ficar sabendo de todos os melhores lançamentos, ainda recebemos alguns brindes literários super fofos. Todos os marcadores acima - como vocês sabem, eu coleciono - e são todos de novos livros da editora, teve boton. cartão e uma ecobag lindinha demais. Esses eventos literários estão me deixando sem espaço para ecobag (rindo sozinha aqui)



Como vocês podem perceber, existem gatos que não perdem a chance de sair na foto. Além de tudo, ainda tive a oportunidade de encontrar duas amigas queridíssimas que a internet e os livros me trouxeram.


Fotos roubadas descaradamente do facebook da Karol, porque sim (adorei o look da Thainá). Eu simplesmente adorei o evento e já estou ansiosa pelos próximos e para encontrá-las.

Fiquei com vontade de comprar vários livros anunciados, entre eles Tarde Demais da Coleen Hoover, Todo dia do David Levithan e O dia em que o presidente desapareceu, escrito pelo Bill Clinton e pelo James Patterson. Se eu encontrar na Feira do Livro, sem dúvida trarei. Aliás, a feira já começou e estou muito ansiosa para fazer uma visitinha.

Espero que tenham curtido e ano que vem espero que tenha novamente.

Ando em um ritmo de leitura muito bom. Isso tem me empolgado bastante, porque estou conseguindo conciliar várias atividades e ler tem ocupado bastante do meu tempo. O que é algo maravilhoso. No final de semana que emendou com o feriado, ao invés de dizer que eu "não fiz nada", posso afirmar que fiz tudo o que eu queria ter feito. Conseguir parcerias para o blog tem me motivado mais ainda.

Um dos livros escolhidos dentre as opções disponibilizadas pela editora Companhia das Letras, Enterre seus Mortos foi um dos títulos que mais me chamou a atenção. Confesso que quando li a sinopse, nem me liguei no nome da autora e que ela era brasileira. Foi uma surpresa muito grande quando cheguei ao fim e pude colocá-lo no roll dos meus livros preferidos de sempre.

SinopseEdgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho. A rotina de Edgar Wilson, absurda em sua pacatez, é alterada quando ele se depara com o corpo de uma mulher enforcada dentro da mata. Quando descobre que a polícia não possui recursos para recolhê-lo — o rabecão está quebrado —, o funcionário é incapaz de deixá-lo à mercê dos abutres e decide rebocar o cadáver clandestinamente até o depósito, onde o guarda num velho freezer, à espera de um policial que, quando chega, não pode resolver a situação. Nos próximos dias, o improvisado esquife receberá ainda outro achado de Wilson, o lacônico herói deste desolador romance kafkiano: desta vez o corpo de um homem. Habituados a conviver com a brutalidade, Edgar e Tomás não se abalam diante da morte, mas conhecem a fronteira, pela qual transitam diariamente, entre o bem e o mal, o homem e o animal. Enquanto Tomás se empenha em salvar a alma, Edgar se preocupa com a carcaça daqueles que cruzam seu caminho. Por isso, os dois decidem dar um fim digno àqueles infelizes cadáveres. Em sua tentativa de devolvê-los ao curso da normalidade, palavra fugidia no universo que Ana Paula Maia constrói magistralmente, os dois removedores de animais mortos conhecerão o insalubre destino de seus semelhantes. Com uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia.
Avaliação: ★★★

O livro, como já disseram em algum momento, é um "soco no estômago". Você sente através dele toda a podridão com que Tomás e Edgar Wilson convivem. Foi uma leitura que me trouxe uma experiência muito diferente. Ao fim do livro eu não tinha palavras para descrever a sensação.

Como imaginar um trabalho em que você tenha que recolher animais mortos das pistas? Depois de tantos anos fazendo isso, Edgar Wilson e Tomás enxergam a vida e a morte de uma forma bem distinta dos demais seres humanos. Além disso, com muita frequência, eles se veem diante de acidentes fatais com pessoas. Nota-se que eles são indivíduos secos diante da vida, que não se abalam por qualquer motivo e que demonstram total frieza, não por serem pessoas ruins. Muito pelo contrário.

"Tomás sorri. Solta a fumaça do charuto e aspira em seguida. Edgar Wilson não gosta de ser incomodado com perguntas. Costuma manter seus pensamentos em silêncio e longe dos outros. Não gosta de ser ouvido ou mesmo notado. Mantém-se num habitual estado de isolamento. Impenetrável."

Espera-se que eles não tenham sentimentos, mas a verdade é que ao se deparar com o cadáver daquela mulher, a céu aberto, sendo devorado por abutres a primeira coisa que Edgar pensa é que não pode deixá-la ali. Acontece que tirar aquela mulher da corda, pendurada na árvore, é o menor dos problemas para Edgar. Em uma cidade em que claramente não há respeito pelos mortos, o mais difícil é conseguir dar um destino final àquela pessoa.

Tomás, na sua condição de padre, mesmo excomungado, também apresenta um certo sentimento por todas as pessoas que morrem naquelas estradas. Nunca permite que uma pessoa morra sem antes oferecer uma mensagem para que ela vá em paz.

"Tomás segura com cuidado a cabeça do motociclista estendido no chão. Coloca delicadamente a mão sobre o peito do homem, que solta golfadas de sangue e balbucia uma prece. Tira do bolso um vidrinho com água benta, molha a ponta do dedo e faz o sinal da cruz na testa e na boca do homem. Enquanto morre, agarra com força o braço do padre, que se mantém ali amparando-o em seu momento de morte. Ao menos não está sozinho. Tomás lhe dá algum conforto. Ninguém nasce só e não deveria morrer só. Tomás permanece rezando baixinho e vislumbra o momento exato em que o fôlego de vida deixa o homem e volta para Deus."

É um livro bem difícil de digerir, ainda mais quando vai chegando ao final e você nota o quanto a cidade é esquecida, as pessoas são esquecidas e um morto é apenas um morto. Dá para sentir profundamente a indiferença em relação ao que deveria ser um momento de reflexão.

A riqueza de detalhes do cenário em que tudo acontece chega a ser nauseante. A forma como Ana Paula Maia é direta impressiona. É uma obra que certamente irei ler novamente. Apesar de ser um livro curto, eu precisei parar algumas vezes para respirar. Levei uns dois dias para finalizá-lo e cheguei ao fim com uma sensação de que não havia mais chão embaixo dos meus pés. Penso que há bondade em todos nós, mesmo diante de todas as atrocidades do mundo que nos cerca.
"Os peixes mesmo mortos, brilham. Os homens quando morrem são cobertos de trevas e tudo se apaga rapidamente. O que havia nesses olhos se foi. Não há mais nada ali."


I.S.B.N: 9788535930672; Páginas: 136; Ano: 2018; Autor: Ana Paula Maia; Gênero: Ficção/Literatura Brasileira; Editora: Companhia das Letras.

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Eu nunca tive coragem de fazer uma tatuagem. Sempre fui daquele tipo de pessoa que "acha lindo, mas não em mim". Mas já tinha um tempinho que eu criei coragem e queria muito tatuar uma das minhas maiores paixões. Quando publiquei esse post sobre tatuagens delicadas eu já tinha decidido o que seria, mas ainda estava em busca de novas inspirações.

Foi um processo de muita pesquisa, porque confesso que um dos maiores medos que eu tinha era fazer uma tatuagem - algo que é para sempre - e não gostar. Fiquei com medo de o traço ficar feio, ficar parecendo tatoo de ex-presidiário, enfim, foi um medo grande.

Também foi uma dificuldade enorme decidir o quê seria a minha primeira tatuagem. Quando decidi fazer uma câmera e fui buscar inspirações na internet, foram tantas ideias que mais uma vez passei pelo processo de escolher qual câmera iria virar tatuagem. Não é nada fácil, viu!

Foram vários medos superados. Um deles era a minha mãe. Sim, eu com quase 30 anos levo muito em consideração a opinião da mamãe. Ela sempre criticou tatuagens abertamente, então eu tinha muito medo de que ela falasse algo que fizesse eu me arrepender. Para a minha surpresa, ela achou lindo.

Além de tudo isso, o pavor de sentir dor era imenso. Porém, foi uma dorzinha muito boa, não sofri. O problema é que na semana em que tatuei, tinha uma viagem marcada para Caldas Novas e uma das recomendações era evitar piscina. Fazer o quê. Fui mesmo assim e tentei deixar o braço ao máximo para fora da água, até porque naquelas águas quentinhas o bom mesmo é ficar parada lá no cantinho relaxando.

Enfim, queria mesmo compartilhar com vocês esse momento tão importante para mim. Como dizem, depois da primeira é um caminho sem volta e eu já quero fazer várias outras. Inclusive em breve teremos mais um post com inspirações de tatuagens, porque estou muito nessa vibe.

Você tem uma tatuagem? Com que idade você fez?
Faz um bom tempo que não indico nenhuma série por aqui, mas o motivo é o de sempre, basta reler algumas postagens mais antigas que vocês vão perceber um padrão aqui. Mas como somos brasileiros, não desistimos nunca, tanto eu quanto vocês. Voltamos com a série Safe, novidade da Netflix.

Sinopse: Tom (Michael C. Hall) é um cirurgião pediátrico que cuida sozinho de suas filhas, Jenny e Carrie, após sua esposa vir a falecer. No entanto, sua vida muda drasticamente quando uma delas desaparece a caminho de uma festa. Agora, esse pai desesperado inicia uma investigação para descobrir o paradeiro da menina, fazendo com que segredos de pessoas próximas comecem a ser revelados.

O principal motivo que me levou a assistir Safe, sem sombra de dúvidas, foi o fato de ter Michael C. Hall no elenco, os fãs de Dexter com certeza vão querer matar a saudade dele. O segundo motivo é que, como vocês sabem, eu adoro um bom suspense. Nunca li nada do escrito Harlan Coben, mas tenho muita curiosidade, já que eu amo esse tipo de leitura, Aliás, já coloquei alguns livros dele na lista.

Eu particularmente amei Safe, porque tem tudo o que eu gosto em uma história: mistério, gente desaparecida, um assassinato sem solução, esqueletos no armário e o elefante na sala.

Desde que comecei com a minha obsessão por suspense aprendi que nada fica escondido por muito tempo e mentira tem perna curta. Não adianta, uma hora alguém vai soltar uma frase que vai entregar um segredo muito bem escondido. Ah, e mais uma coisa: nós nunca vamos conhecer alguém por completo.

As atuações ficaram ótimas e adorei ver M. C. Hall no papel de um médico. Achei todos muito suspeitos, mas só fui perceber quem realmente havia cometido o assassinato do Chris já no penúltimo episódio. Sou péssima para perceber esse tipo de coisa.

Gosto muito de séries que têm poucos episódios, porque a história não se perde e acho que cada cena é muito bem aproveitada. Séries como as da CW, que têm mais de vinte episódios, acabam sendo "encheção de linguiça" e a história fica cheia de lacunas. Aqui temos um total de oito episódios, logo, tudo muito bem objetivo.

Deixo aqui a minha indicação da semana e prometo voltar com mais séries que assisti, mas acabei não comentando. Espero que curtam e até a próxima.

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Aqui está um post que vocês raramente verão aqui blog, por isso já quero começar justificando o motivo dele. Estou em um momento da vida em que estou repensando meus gastos. Ou melhor, estou sendo obrigada a repensar, já que chega uma hora em que é necessário gastar de forma consciente. E além disso, minhas prioridades estão mudando e eu quero viajar, por isso cada compra que estou fazendo (ou que comecei a fazer desde o início do mês) estão sendo muito bem pensadas.

Dito isto, quero complementar dizendo que as coisas que vou mostrar não são coisas caras e é uma forma de indicar coisinhas legais e lugares com preços bons para comprar. Ah, e também é uma maneira de ter controle sobre o que ando comprando, vamos ver.

O primeiro item que quero comentar é a almofada "That's my spot". Vocês sabem que sou muito fã de The Big Bang Theory, então fiquei apaixonada. Ela estava na minha listinha da Geek10, lembram? Ela foi R$49,90.

Minha meta é comprar pelo menos dois livros por mês, dessa vez eu comprei Alice nos país das maravilhas, já que foi pedido no curso que estou fazendo, comprei É isto um homem? indicação da professora do curso e Anatomia do mal, que eu já queria há tempos e consegui um preço legal na Amazon. Tive uma experiência muito boa com o site. Eu comentei lá no twitter que costumava comprar livros em outro site, mas o valor do frete era absurdo e a entrega super demorada, mesmo sendo por transportadora. Na Amazon, eu comprei na sexta-feira pré-feriado e chegou na quarta. Amei!

Meu sobrinho abriu uma loja de acessórios para celular e como meu celular está com a bateria viciada, toda vez que eu saio, no final das contas fico sem bateria. Ele me indicou um carregador portátil muito bom. Se não me engano ele dá oito cargas. Comprei por R$90, mas o preço dele, em média é R$120.

Fazia tempo que eu queria a caneta da marca Tombow. Quem faz bullet journal sabe  que essa caneta dá um tchan nele. Finalmente encontrei em uma loja física aqui em Brasília e custou R$24. Eu nunca quis comprar pela internet por causa do frete. Aproveitei e comprei mais duas, uma com a ponta 0.3 e a outra, 0.05.

Os anéis da foto, apesar de muitos, foram super baratinhos. Eu estou amando anéis fininhos e aí coloco vários em um dedo, ou em todos os dedos, enfim, dá para fazer combinações lindas. Um kit com cinco, estava de promoção na Renner por R$9,99. Alguns tinham anéis de falange também. E as pulseiras também estavam em promoção e o kit com cinco saiu também por R$9,99. A Renner é a,oja que mais gosto de comprar acessórios, porque sempre tem promoção.

Para o post não ficar maior do que já está, vou resumir as demais compras. Sou bem chata em relação à creme de pele, então para não gastar dinheiro atoa, sempre compro esses de 1L da Avon que têm um cheiro bem neutro e dá muito bem na minha pele. Estava precisando também de um creme para o rosto. Eu sou alérgica a esmaltes e adorei saber que a Avon mudou a fórmula, já adianto também que a qualidade dos esmaltes mudou muito e está incrível! Estou usando nesse momento o Mousse de Chocolate, é lindo demais!

Também comprei uma lâmina para fazer a sobrancelha e foi a melhor coisa que já comprei esse ano. Ainda mais que eu vivia reclamando que precisava de um milagre na sobrancelha. Consegui. E claro, não poderia faltar batom.

A necessaire eu comprei na Riachuelo e custou R$19,90 e essa toalhinha rosa acima dela na foto é para o cabelo; é daquelas que tem um botão e você prende a toalha bem bonitinha sabe? A cara da riqueza.

Ufa!! Que post imenso! Sei que tem muita inutilidade aí nesse meio, mas para uma viciada em compras, estou até impressionada de não ter comprado mais coisas. Agora, só mês que vem e prometo não comprar mais nada.

Semana que vem tem post sobre duas coias muitos legais que fiz e que farei: tatoo e viagem, aguardem!
Sinopse: Como um grupo de jovens estudantes bem-educados acabou se envolvendo num escândalo que chocou um país? Por que tantos especialistas em comportamento juvenil têm algo a dizer quando o assunto é o Clube dos Oito? Até quando inúmeras manchetes de jornal e programas de TV sensacionalistas vão explorar o caso nos mínimos detalhes? Para fazer com que a verdade venha à tona, Flannery Culp, a dita líder do Clube, decide tornar público o diário que manteve ao longo do seu desastroso último ano de ensino médio. Agora que está presa por cometer um assassinato, a garota tem tempo de editar o que escreveu e revisitar a rotina que levava ao lado de seus sete melhores amigos. A narrativa de Flan, permeada de professores da pior índole, um amor não correspondido, aulas complicadas e jantares pomposos, comprova que ela pode até ser uma adolescente criminosa — mas, pelo menos, é uma adolescente criminosa muito inteligente.
Avaliação: ★★★

Recebi o livro O Clube dos Oito em parceria com a editora Companhia das Letras e foi o primeiro da nossa parceria. Eu o escolhi porque tem muito do que eu gosto de ler: assassinatos, mistérios, brigas e amizades incríveis. Quando li a sinopse não pensei duas vezes.

Através da sinopse, você consegue pegar a essência da história e conhecer um pouco, aliás, bem pouco sobre a personagem principal, Flanery Culp. Digo isso, porque a sinopse não dá nenhuma pista da real pessoa que ela é. A princípio quero enfatizar que não da para confiar muito no que ela relata, afinal de contas trata-se de um diário pessoal e que ela está revisando depois de ter sido presa.

Conforme a história vai passando, você pensa que Flan é um ser adorável, depois passa a notar que ela não é lá uma pessoa muito boa. Quando chega ao final, você está tão boquiaberto que não consegue processar tudo aquilo.

Eu gostei bastante da história, entretanto, confesso que fiquei bastante chateada porque muito da história poderia ter sido dispensada, chegando até a ficar cansativo em alguns momentos. O que me motivou muito a seguir lendo foi o grande momento em que Adam é assassinado.

"Não há como exagerar e importância desse momento psicossexual e voyeurístico de Culp [...]. Imaginem Culpa, no rescaldo de sua iniciação sexual, tendo uma discussão com sua futura vítima [...] perambulando em estado de torpor até a sala de um professor de quem gostava, em busca de aconselhamento e orientação [...]. No entanto, ao entrar, ela o encontra traindo sua confiança, na verdade, traindo a profissão de educador, enlaçado a uma aluna [...]. Foi a traição suprema para a jovem Culp e desencadeou uma reação brutal, apenas pouco tardia - da mesma forma que Poe em face da morte de sua mãe, conforme abordado em primeiro capítulo."

Outra coisa que vale a pena citar é que o livro original. The Basic Eight, foi escrito em 1998 e só agora veio para o Brasil com o título O Clube dos Oito. Li algumas resenhas e muita gente criticou por ser uma história batida e disseram que era uma imitação de Clube da Luta. Porém, vale ressaltar que o filme é de 1999. O autor,, na verdade, foi bastante original. Não conheço nenhuma história do mesmo tipo que seja anterior a 1988, então acredito que ele inovou e trouxe algo diferente para a época. Além de tratar de  assuntos como homossexualismo e questões raciais.

É um livro que vale muito a pena e se você insistir na leitura, com certeza vai gostar. Fica aqui a minha indicação da semana.

I.S.B.N: 9788555340659; Páginas: 400; Ano: 2018; Autor: Daniel Handler; Gênero: Suspense/Mistério; Editora: Companhia da Letras.

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Eu juro que gostaria de ter capacidade de administrar meu tempo e jogar a preguiça de lado para postar corretamente aqui no blog. JURO! Mas tenho uns picos de desânimo frequentes, não é nada relacionado ao blog, eu que sou assim mesmo, mas mês passado eu ia escrever sobre filmes que vi e quando percebi já era Maio. Pois bem, dessa vez não passa e quero indicar aqui para vocês os dez filmes mais legais que vi em Abril.

  1. Projeto Flórida (2017 - Drama): Um filme bem diferente com crianças. Daqueles que você ri e chora, ama o desenrolar da história, porém o final é meio decepcionante. De qualquer forma vale a pena.
  2. Touro Ferdinando (2017 - Animação): Sem dúvida uma ótima animação. Muito divertido, um gráfico lindo e personagens incríveis. Sempre tem aquela lição de vida, mas é bom.
  3. Sobre amores e viagens (2016 - Drama): Mais um daqueles filmes que esfregam na nossa cara que orientação sexual não define caráter. Detestei uma certa personagem chamada Maria, mas amei o filme no geral.
  4. Massacre no Texas (2017 - Terror): Se é terror, ainda mais sobre nosso queridinho O Massacre da Serra Elétrica, então sim, amamos. Aliás, eu amo, o Rodrigo assiste.
  5. Verónica (2017 - Terror): Terror é sempre bem-vindo, mas uma coisa que eu sempre digo é que se é terror da Netflix a nota sempre vai ser altíssima, mesmo não sendo lá aquelas coisas. Achei meio clichê, porém gostei dos personagens e até hoje estou cantando a música.
  6. O Rei da Polca (2017 - Drama/Música): Vai me dizer que você não ama o Jack Black? Pode até não amar, mas ele é engraçado e nesse filme, ele está ótimo. É baseado em uma história real e é para rir de nervoso. Não é uma comédia, mas chega a ser engraçado.
  7. Um dia de caos (2017 - Ação/Terror): eu AMEI esse filme. Já pensou em vírus do ódio? Não que ele não exista, mas um que seja uma espécie de apocalipse zumbi do ódio mortal. É massa!
  8. Pedro Coelho (2018 - Animação): Que filme fofo! Talvez a melhor animação que vi nos últimos meses. Você morre de amores pelos personagens.
  9. Advantageous (2015 - Ficção científica): A ideia do filme é ótima e assustadora. Porém ele é lento demais e acabou ficando um pouco cansativo. Mas olhando assim de longe, é uma ótima história.
  10. Os Vingadores: Guerra Infinita (2018 - Ação/Aventura): Sem dúvida o melhor filme do meu ano. Até agora eu amei tudo, menos aquele final inesperado. Como aqui não existe spoiler, então assista e sofra.

Esses foram alguns dos filmes que vi em Abril. Tiveram outros, mas preferi listar só dez, então caso queira saber quais foram os demais, você poode me acompanhar no Filmow ou podemos bater aquele papo nerd no Twitter.

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Estou na maior vibe de unicórnio ultimamente. Aliás, acho que é a moda do momento. Tudo que tem estampa de unicórnio puxa meu olhar, é inevitável e sei que com a maioria também é assim, porque eles são fofos e tudo que tem eles é também. Pensando nisso, separei alguns posteres que encontrei navegando na internet e resolvi compartilhar com vocês. Abaixo está o link redirecionando para o Pinterest em que você pode acessar a página do criador. Por lá você pode baixar em ótima qualidade para pode imprimir e fazer aqueles quadrinhos fofos ou só colocar como papel de parede no celular.
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